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Na exposição “Ozi – 30 Anos de Arte Urbana no Brasil”, o grafiteiro paulistano, pioneiro da arte urbana brasileira, traz à Caixa Cultural o estêncil, com forte influência da estética pop. Sob curadoria de Marco Antônio Teobaldo, os trabalhos dele são exibidos a partir desta quarta-feira (11/1) e seguem até 26 de fevereiro.

Ozi, nome artístico de Ozéas Duarte, é paulistano, pós-graduado em História da Arte, e faz parte da primeira geração de grafiteiros brasileiros. Em 1985, no fim da ditadura militar, ele iniciou suas intervenções urbanas, junto com Alex Vallauri e Maurício Villaça.

Divulgação

Ozi em trabalho pioneiro, produzido em 1986

 

Durante a trajetória profissional, Ozi participou de diversas exposições coletivas e individuais no Brasil e no exterior. Atualmente é representado pelas galerias Espace-L, em Genebra (Suíça), e A7MA, em São Paulo. Para a compilação na Caixa, foram feitas entrevistas com artistas que fizeram parte da primeira geração da cena urbana e nomes contemporâneos do estilo.

Dividida em quatro segmentos, a exposição abarca obras em grandes dimensões, telas emolduradas, madeiras, metais, objetos de uso doméstico, latas de spray e outros itens — que formam uma coleção de pinturas e esculturas. Também será exibido pela primeira vez um conjunto de máscaras de estêncil, criados entre 1984 e 2015, com referências em artistas como Anita Malfatti, Van Gogh, Di Cavalcanti, Roy Lichtenstein e Picasso. Dois vídeos reúnem depoimentos do artista e de parceiros de profissão, que percorrem a história da arte urbana no Brasil.

Ozi – 30 anos de Arte Urbana no Brasil
Desta quarta-feira (11/1) até 26/2, na Caixa Cultural (SBS, Quadra 4, Lotes 3/4). Visitação de terça a domingo, das 9h às 21h. Entrada Franca. Classificação indicativa livre

 

 

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