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O longa-metragem “Que horas Ela Volta?” recebeu os principais troféus do 15º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Além de melhor filme, o filme ganhou as estatuetas Grande Otelo por direção (Anna Muylaert), atriz (Regina Casé, foto no alto), atriz coadjuvante (Camila Márdila), Juri Popular, roteiro original (Anna Muylaert) e montagem (Karen Harley).

“Chatô — o Rei do Brasil”, de Guilherme Fontes, ganhou nada menos de cinco prêmios, incluindo o de melhor ator (Marco Ricca). O melhor documentário foi “Chico, Artista Brasileiro”, de Miguel Faria Jr. O longa de animação premiado foi “Até que a Sbornia nos Separe”, do gaúcho Otto Guerra.

A cerimônia, realizada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, procurou modernizar-se e ganhou o título de “Manifestações”, consoante com o ambiente político do país. Os espectadores foram convidados a se manifestar por meio do Twitter e algumas mensagens eram projetadas diretamente na tela do teatro. O espetáculo foi transmitido pelo Canal Brasil.

A plateia e os artistas premiados também não fugiram ao tema. Como outras manifestações ligadas à classe cinematográfica, esta também foi marcada pela palavra de ordem “Fora Temer”, com algumas variantes, algumas impublicáveis. Em seu discurso, Anna Muylaert lamentou o resultado das eleições municipais em São Paulo e cumprimentou os cariocas por terem levado Marcelo Freixo (PSOL) ao segundo turno.

 

 

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