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Um conflito dentro da equipe que produz o filme “O Jardim das Aflições”, sobre o filósofo Olavo de Carvalho, acabou em troca de ofensas nas redes sociais. Após romper com o diretor do filme Josias Teófilo e sair da equipe de produção, o cineasta Daniel Aragão levou ao Facebook uma série de reclamações e xingamentos relativos a conflitos de ideias e falta de pagamento.


Vendo seu nome envolvido na briga, o filósofo enviou uma mensagem privada a Daniel Aragão (que a publicou em sua página) pedindo para que ambos “calem as suas boquinhas imediatamente” e desistindo de receber qualquer dinheiro pelo filme – cedendo os lucros igualmente aos dois cineastas.

O produtor do filme Matheus Bazzo respondeu em uma das postagens que Daniel Aragão “não foi injustiçado” e afirmou que o cineasta tem “ameaçando difamar o filme só porque eu tentei negociar o valor de um serviço, agindo com má fé e sem nenhum profissionalismo”.

Daniel começou a respondê-lo, iniciando uma longa discussão que se encerrou com Bazzo ameaçando um processo na justiça. “Se você continuar tentando nos difamar publicamente com essas invenções e nos prejudicar, vou me obrigar a abrir um processo judicial”, disse o produtor.

Josias Teófilo e Daniel Aragão se lançaram como profissionais da “direita” que tinham como objetivo trazer “salvar o cinema pernambucano dos filmes produzidos pelos cineastas da “esquerda”, como Kleber Mendonça Filho (“Aquarius”), Gabriel Mascaro (“Boi Neon”) e Pedro Sotero (“O Som ao Redor”).

 

 

 

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