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Depois do boom de filmes baseados em HQs, a tendência em Hollywood são produções live-action — ou seja, com atores reais — de histórias infantis. Algo que não é novo mas ganha cada vez mais força. Esta semana, a Disney confirmou que está produzindo uma versão de “Mulan”, para ser lançada em dezembro de 2018.

A animação lançada em 1998 é baseada no conto chinês sobre uma garota que se disfarça de homem para entrar no exército. O filme será estrelado por uma atriz chinesa, ainda não escolhida.

Experiências positivas
Assim, já são 11 produções do tipo oficializadas pelo estúdio. Nos últimos anos, apostas como “Malévola” (2014), com Angelina Jolie, e “Cinderela” (2015) faturaram cerca de 240 e 200 milhões de dólares, respectivamente. Em 2016 já chegaram “Mogli: O Menino Lobo”, “Alice Através do Espelho” e o remake de “Meu Amigo, o Dragão”.

A próxima investida é “A Bela e a Fera”, baseado na animação de 1991 e estrelado por Emma Watson, de “Harry Potter”, que estreia em março de 2017. Logo após, a Disney já reservou datas para 10 filmes.

Divulgação

De “Cruella” a “O Quebra Nozes”
Além de “Mulan”, chegam “Cruella de Vil” (foto acima), com Emma Stone, sobre a juventude da vilã de “101 Dálmatas”; “Dumbo”, uma versão do cineasta Tim Burton; “Tinker Bell”, sobre a princesa Sininho, de “Peter Pan”, com Reese Witherspoon; “A Wrinkle in Time”, com direção de Ava DuVernay e Oprah Winfrey no elenco; “Jungle Cruise”, filme com Dwayne Johson baseado num parque temático; e ainda um longa inspirado em “O Quebra Nozes”.

Sequências para “Malévola”, “Mogli” e “Mary Poppins” (1964) também estão oficializadas. Além disso, rumores falam em produções live-action de “O Rei Leão”, “Ursinho Pooh”, “Pinóquio” e “A Pequena Sereia” — que deve ganhar também versão da Universal, inspirada no clássico de Hans Christian Andersen e deixando de lado a animação de 1989. Inicialmente, o filme teria Sophia Coppola na direção, mas a cineasta abandonou o projeto.

 

 

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