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Rumores de que a atriz Carrie Fisher seria recriada digitalmente em novos filmes de “Star Wars” foram rebatidos pela produtora Lucasfilm. Em nota divulgada na sexta (13/1), o selo dono da saga desmentiu as especulações e confirmou que não vai usar a tecnologia para trazer a princesa e general Leia Organa de volta à franquia. Carrie morreu em 27 de dezembro de 2016, aos 60 anos.

O boato surgiu de uma informação da “BBC” sobre uma suposta negociação da Disney com os donos do patrimônio de Carrie Fisher. Em comunicado, a Lucasfilm negou que pretendia usar recursos gráficos para recriar a atriz. “Queremos garantir aos nossos fãs que a Lucasfilm não tem planos de recriar digitalmente a performance de Carrie Fisher”, diz a nota.

Antes de partir, Carrie já tinha terminado as filmagens do “Episódio VIII”, ainda sem título e com estreia prevista para 15 de dezembro no Brasil. A especulação girava em torno de uma possível recriação digital para o “Episódio IX”, anunciado para 2019.

A Disney usou a recriação em “Rogue One” e levantou polêmicas. Morto em 1994, o ator Peter Cushing, intérprete do governador Tarkin, apareceu reconstruído digitalmente no filme. Carrie também surgiu décadas mais jovem no longa, mas havia autorizado o estúdio a reinterpretá-la por meio de recursos gráficos.

 

 

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