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Em meio às discussões sobre as gratuidades e o aumento de passagens do transporte coletivo, integrantes do Movimento Passe Livre cobraram maior participação popular e transparência nas decisões voltadas para o setor. E continuam preparando manifestações contra o reajuste de até 25% das tarifas, que passou a valer no primeiro dia útil do ano. Nesta quinta (5/1), eles pretendem fazer um protesto, às 17h, na Praça do Relógio, em Taguatinga.

Em coletiva à imprensa nesta quinta-feira (5/1), o MPL defendeu a criação de uma empresa pública que iria cuidar especificamente do transporte coletivo do Distrito Federal. A proposta será entregue às 15h aos deputados distritais.

“Com a empresa pública, teríamos muito mais transparência sobre os gastos e poderíamos identificar de onde vem a demanda por aumento. Porque, até agora, o Rollemberg (Rodrigo Rollemberg, governador do DF) não apresentou nada disso”, disse Bianca Campos, 21 anos, integrante do movimento.

De acordo com a proposta, a população participaria da gestão, por meio dos comitês regionalizados, e os custos seriam bancados por impostos progressivos pagos pelos mais ricos. Trabalhadores, estudantes e as pessoas que utilizam o sistema de transporte coletivo estariam à frente do processo, propondo as decisões. “O governo teria a função de executar a demanda da população e não trazer decisões hierarquizados”, ressaltou Maria Paiva, que também integra o MPL.

 

 

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