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Duas mulheres dizem que tiveram as compras furtadas na última sexta-feira (25/11), dentro da Loja Canal, no Shopping Iguatemi. O estabelecimento não tem sistema de monitoramento de câmera, o que pode dificultar a identificação de possíveis suspeitos. É o segundo caso ocorrido no centro de compras em pouco mais um mês.

Uma das vítimas, a servidora pública Gabriela Giudice, 26, diz que estava acompanhada da mãe, Soleny Alvares Hamô, e do namorado, Pedro Maurmo, na sexta (25), quando teve as sacolas de roupas furtadas. “Entramos na loja carregando compras feitas em outro estabelecimento. Deixamos as sacolas no chão por alguns minutos, para olhar roupas que estavam penduradas em uma arara. Quando voltamos, as compras não estavam mais lá.”

Gabriela diz que perguntou às funcionárias da loja se elas tinham guardado as sacolas, e a resposta foi negativa. Depois do fato, mãe e filha se dirigiram até a segurança do shopping. No local, foram checadas as câmeras de monitoramento, para tentar identificar as sacolas furtadas e possíveis suspeitos do crime.

Como a câmera é rotativa, não foi possível identificar nenhum suspeito, pois no momento da ocorrência ela não estava apontada para a loja. Em nota, o Shopping Iguatemi informou que: “segue à disposição das autoridades competentes para solução do caso”. E que, por questões estratégicas, “o shopping não comenta assuntos relacionados à segurança.”

A gerente da Loja Canal, Juline Rocha, disse em entrevista ao Metrópoles que: “Os pertences dos clientes são de responsabilidade deles. Nos oferecemos para guardar apenas em alguns casos, como cortesia e para que se sintam mais a vontade ao fazerem suas compras”.

Foi feito um Boletim de Ocorrência na 5ª Delegacia de Polícia Civil do Distrito Federal. A PCDF informou que a ocorrência será encaminhada para a sessão de investigação da 9ª DP (Lago Norte). O delegado deve enviar um ofício ao shopping solicitando as imagens para tentar identificar o autor do furto.

 


 

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