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Quem depende de remédios da rede pública de saúde está passando por um drama. Dos 850 medicamentos distribuídos gratuitamente, 115 estão com o fornecimento suspenso. A Secretaria de Saúde alega que a medida foi adotada para economizar e otimizar o atendimento da rede. A situação pode piorar.

De acordo com informações do site G1, a revisão da lista ainda está em curso e pode englobar outras medicações. Entre os medicamentos suspensos, estão aqueles utilizados no tratamento contra glaucoma, câncer e diabetes. Os nomes não foram divulgados.

“O objetivo da revisão é racionalizar a nossa lista. A partir do momento que tivermos uma lista mais enxuta, vamos ter um maior nível de controle em todo o processo, em toda a cadeia de suprimento dos medicamentos, desde o planejamento da compra, até a licitação, o recebimento e o seu uso”, disse o diretor de Assistência Farmacêutica, Emmanuel de Oliveira Carneiro, ao site G1.

O gasto com compra de remédios representa 12% do orçamento da Secretaria de Saúde. Este ano, o governo autorizou uso de R$ 160 milhões na aquisição. Em 2015, foram empenhados R$ 230 milhões. (Com informações do site G1)

 

 

 

 

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