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A presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Brasília (SindSaúde), Marli Rodrigues, foi barrada em uma reunião no Palácio do Buriti na tarde desta quarta-feira (8/3).

O caso ocorreu em um encontro entre representantes do governo e dos servidores da Saúde para discutir a redução das gratificações da categoria. Marli só pôde participar da reunião após intervenção de um deputado.

Segundo Marli, diversos sindicatos foram convidados, mas, no local, receberam o aviso de que apenas 10 representantes poderiam participar. A presidente do SindSaúde foi a décima a chegar e teria a vaga garantida.

Entretanto, ao se aproximar da sala, ela teria recebido a ordem de não entrar. O motivo seria uma desavença com o chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio. O secretário acusou Marli de ter ofendido membros do governo em oportunidades anteriores e a teria proibido de participar da reunião.

Após intervenção do deputado Wellington Luiz (PMDB) e pressão de demais sindicalistas, o chefe da Casa Civil voltou atrás e deixou Marli fazer parte do encontro para a negociação de benefícios aos servidores.

O ocorrido gerou indignação na representante do SindSaúde. “Causa muita preocupação que o governo não tenha maturidade para o embate democrático. Trata a máquina pública como algo particular, selecionando quem pode participar do debate”, desabafou Marli Rodrigues.

O Metrópoles tentou contato com o chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio. Mas até a última atualização desta reportagem, não houve resposta do representante do Buriti.

 

 

 

 

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