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Cerca de 20 pessoas ligadas a partidos políticos e movimentos sociais se reuniram, nesta segunda-feira (26/9), em frente à Câmara Legislativa, para pressionar a Mesa Diretora interina a dar prosseguimento ao processo de investigação dos distrais citados na Operação Drácon. Os manifestantes acreditam que a Casa está preparando um “acordão” para que os processos sejam paralisados.

O encontro foi marcado pela internet e, de acordo com os organizadores, foi prejudicado pela chuva que caiu pouco antes das 17h, horário previsto para o início da manifestação.

Responsável por um dos pedidos de cassação contra a presidente afastada, Celina Leão (PPS), Julio Cesar (PRB), Raimundo Ribeiro (PPS), Bispo Renato Andrade (PR) e Cristiano Araújo (PSD), Toninho do PSol criticou a postura do presidente interino, deputado Juerezão (PSB). “O Juarezão está enrolando com os processos, como vocês mesmos já haviam noticiado. Isso para nós e para a sociedade é ruim, pois ele presta um deserviço para a sociedade”, disse Toninho.

Outro manifestante, o professor Leandro Grass classificou de “indiferença” a atitude da Mesa Diretora em não marcar a reunião para avaliar os pareceres contra os investigados. “Não há interesse. Há uma conivência coletiva. Acredito que essas investigações possam revelar outros envolvidos e até outras empresas e emendas”, disse.

O presidente interino prometeu avaliar o processo. “Os pedidos serão analisados com cautela pela Mesa e não haverá nenhuma demora desnecessária, tampouco omissão. Os processos seguirão os prazos regimentais”, disse Juarezão, por meio de sua assessoria.

 

 

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