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A reação do PDT às exonerações de indicados do partido lotados em órgãos do GDF foi rápida. Em nota divulgada nesta terça-feira (12/9), o presidente da legenda no Distrito Federal, Georges Michel, contra-atacou dizendo que o Palácio do Buriti “atua com o intuito de intimidar e pressionar os deputados distritais” para que votem favoravelmente ao projeto de lei complementar que cria a nova previdência dos servidores.

No documento, a legenda lamenta “profundamente a atitude adotada pelo governador” e afirma que os distritais continuarão tendo “ampla e irrestrita liberdade de atuação”.

Sobre a posição do PDT com relação ao governo de Rodrigo Rollemberg (PSB), a nota destaca que a continuidade do apoio da legenda ao Executivo local será discutida “democraticamente” em convenção marcada para o próximo dia 17.

Reprodução

 

As palavras foram escritas um dia depois de o GDF exonerar 27 comissionados que estavam lotados em agências do Trabalhador e em outras áreas da Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos (Sedestmidh). As indicações da pasta eram do PDT de Joe Valle, que esteve à frente da supersecretaria entre outubro de 2015 e agosto de 2016.

Foram trocados gerentes e assessores das agências de Samambaia, P Sul, Itapoã, Santa Maria, Gama, Guará, Estrutural, São Sebastião, Plano Piloto, Planaltina, Recanto das Emas, Riacho Fundo e Candangolândia. Além deles, deixaram a secretaria assessores especiais e gerentes de outras áreas da Sedestmidh. Para cada exonerado, o governo nomeou um novo comissionado.

O distrital Reginaldo Veras foi o mais atingido pela caneta de Rollemberg. As principais indicações dele estavam lotadas nas unidades das agências do Trabalhador.

 

 

 

 

 

 

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