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Horas depois de ter anunciado um corte de R$ 62,8 milhões do orçamento da Câmara Legislativa, o Executivo prometeu um alento. Em reunião com o secretário-geral da Casa, André Perez, emissários do Buriti prometeram mandar um projeto de crédito suplementar para manter os pagamentos de contratos de manutenção.

Segundo Perez, os recursos vetados pelo governo são referentes às emendas a que os deputados têm direito neste ano — R$ 18 milhões cada —, além de um acréscimo considerado indevido por ultrapassar os 2% da receita líquida corrente do Distrito Federal.

Do corte sofrido pela CLDF, R$ 38,8 milhões são referentes ao pagamento de contratos de manutenção, informática, transporte, água e luz. Algo em torno de R$ 3,16 milhões por mês.

Vamos analisar quanto a Casa precisa para continuar funcionando sem precisar derrubar o veto às emendas antes da análise do governo. Precisamos de recursos para três ou quatro meses, porque eu só posso fazer contratos se tiver previsão para o pagamento"
André Perez, secretário-geral da CLDF

Perez disse ainda que a Casa vai analisar se o crédito pode ser votado nesta quinta-feira (12/1), quando os deputados definirão a derrubada do decreto que reajustou as passagens do transporte público.

 

 

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