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A 1ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) negou recurso de Vinícius Neres Ribeiro, assassino confesso da estudante Louise Ribeiro. Dessa forma, o rapaz será julgado por júri popular. Louise, morta em 2016, aos 20 anos, foi asfixiada no laboratório de biologia da Universidade de Brasília (UnB).

Vinícius recorreu de sentença do Tribunal do Júri de Brasília, que o pronunciou por homicídio quadruplamente qualificado, por motivo fútil, meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio; além de ocultação de cadáver. No entanto, ainda não há data para o julgamento.

Louise foi morta com requintes de crueldade em 10 de março de 2016 por rejeitar reatar um relacionamento com Vinícius.

Facebook/Reprodução

Louise Ribeiro: brutalidade no campus da UnB

 

Como foi o crime
Segundo o depoimento de Vinícius na Polícia Civil, ele se encontrou com a vítima em um laboratório da UnB e disse que se mataria, mas Louise deu um abraço no rapaz para confortá-lo. Naquele momento, ele teve um ataque de fúria. Com o braço esquerdo, imobilizou a garota. Com o direito, abriu o vidro de clorofórmio, embebeu um pano e a fez desmaiar. Despejou, então, 200ml do produto na boca da estudante antes de sentá-la em uma cadeira, onde foi amarrada.

Em seguida, pegou o carro dela e foi dar uma volta. Após 12 minutos, segundo o próprio relato, voltou para o laboratório. Louise já estava morta.

Logo depois, Vinícius prendeu os braços e as pernas da moça e a levou em um carrinho até o veículo da jovem. O corpo foi colocado no assoalho do banco traseiro do carro. O universitário dirigiu até um matagal,  em uma área de cerrado entre o Minas Tênis Clube e o Crespom, próximo à UnB, onde deixou a vítima. Ele ainda jogou álcool sobre o corpo e ateou fogo. O jovem foi preso na manhã do dia seguinte ao crime.

 

 

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