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O Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT) acatou a denúncia do Ministério Público e determinou que a policial civil Paula de Carvalho Baptista, acusada de balear o ex-namorado Carlos Augusto Conforte, deve ir a júri popular, ainda sem data marcada.

O crime ocorreu no dia 25 de julho de 2015, por volta das 21h20, em via pública. O homem foi atingido por três tiros, no entanto, as balas não acertaram nenhuma região letal e ele foi socorrido rapidamente. De acordo com o Ministério Público, o crime teve motivação torpe, pois foi praticado porque a acusada não se conformava com o fim do relacionamento que mantinha com a vítima.

A prisão em flagrante de Paula foi convertida em preventiva e posteriormente passou a ser cumprida sob a forma de prisão domiciliar, conforme decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Na fase de alegações finais, o Ministério Público do DF requereu a revogação da prisão preventiva, o que foi acatado pelo juiz e determinada a soltura da ré, desde que ela: compareça mensalmente em Juízo para informar e justificar suas atividades; mantenha seus telefones e endereços atualizados, comunicando previamente, a este Juízo, qualquer alteração; e não saia do Distrito Federal.

Paula também não pode manter qualquer tipo de contato, direto ou indireto, inclusive virtuais (Facebook, Whatsapp, Instagram, etc) com o ex-namorado, os familiares dele e testemunhas arroladas pela acusação; e por fim, não deve sair de casa após as 20h. (Com informações do TJDFT)

 

 

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