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A equipe brasiliense LegoField, da unidade Sesi Gama, conquistou uma das 24 vagas para as etapas internacionais de Robótica, temporada 2016/2017. O resultado foi divulgado na tarde deste domingo (18/3), durante o Torneio Nacional de Robótica First Lego League (FLL), realizado no Sesi Taguatinga.

Além da vaga para o internacional, a LegoField ganhou o troféu pela melhor apresentação do projeto de pesquisa. O Distrito Federal ainda foi premiado com a equipe Bisc8, do Sesi Sobradinho, que ficou em segundo lugar pelo design do robô.

As 24 equipes classificadas vão competir em disputas internacionais de robótica que serão realizadas nos Estados Unidos, Dinamarca, Reino Unido e Austrália. O critério para distribuição das vagas foi o bom desempenho em diferentes categorias. A brasiliense LegoField vai disputar o Campeonato Aberto Internacional Reino Unido, que será na cidade britânica de Bath, entre os próximos dias 21 e 25 de junho.

A classificação para o internacional e o troféu pelo projeto é resultado de muita dedicação dos alunos e professores, que desenvolveram uma pesquisa para produzir órteses para animais com algum tipo de deficiência.

É a primeira vez que subimos no palco para premiação do nacional; a segunda que somos classificados para o internacional e, ano que vem, viremos melhor ainda, quem sabe, com um troféu para o Brasil. Isso é tudo que queremos"
Atos Reis, técnico da LegoField

 

A equipe Bisc8, do Sesi Sobradinho, também saiu premiada. Eles receberam o troféu de segundo lugar pelo design do robô. O Distrito Federal também foi representado por uma terceira equipe. A Albatroid, do Sesi Taguatinga, não recebeu nenhuma premiação, mas participou do torneio nacional.

Equipe internacional
A equipe Lego Field preparou um projeto denominado “The Walking Pets”. Trata-se de uma plataforma virtual em que os donos de animais com algum tipo de deficiência locomotora possam solicitar a fabricação de órteses, de acordo com o tipo de limitação do seu animal. O serviço de desenvolvimento das órteses é totalmente humanitário e gratuito, oferecido por voluntários.

Depois que os donos postam na plataforma a deficiência ou dificuldade locomotora do pet, os voluntários fazem uma avaliação sobre a real necessidade do animal em ter uma órtese que facilite a locomoção. Após a análise, o diagnóstico fica disponível na plataforma, para que um dos profissionais que oferecem seu trabalho veja que tipo de órtese o animal precisa e se ele tem condições de desenvolvê-la.

Os estudantes do Sesi Gama chegaram a esse projeto após um trabalho de observação em feiras de doação de animais, onde constataram as dificuldades enfrentadas pelos bichos com deficiência para serem adotados.Eles tiveram conhecimento que apenas 10% do total dos animais escolhidos para ganharem novos lares têm deficiência motora.

Com os dados em mãos, a equipe decidiu trabalhar, desenvolvendo um projeto de robótica que busca uma forma eficaz, em larga escala e gratuita para o tratamento e cuidado desses pets especiais. (Com informações do Sistema Fibra)

 

 

 

 

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