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Pelo segundo mês consecutivo, a taxa de desemprego registrou queda no Distrito Federal. Dados divulgados nesta quarta-feira (28/9) pela Companhia de Planejamento do DF (Codeplan) mostram que o mês de agosto terminou com 290 mil brasilienses desempregados, índice de 18,5%. O setor de serviços foi o “mocinho” do mês, gerando oito mil novos postos de trabalho. Também contribuiu para o resultado a redução do número de pessoas à procura de emprego.

De acordo com os dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), o DF vinha registrando sucessivas altas de inserção no mercado de trabalho até junho de 2015, quando a taxa de desempregados ficou em 14,2%. De lá até junho, o índice só subiu, chegando a 19%. Em julho, houve uma pequena redução (18,9%), com a tendência de queda se repetindo em agosto.  Apesar da melhora na oferta de trabalho, nos últimos 12 meses foram fechados 38 mil postos na capital do país.

Na análise mensal, setores como administração pública, comércio, indústria e construção civil ainda não conseguiram aumentar a oferta de vagas de trabalho. Todos demitiram mais do que contrataram. A boa notícia é que os empregos com carteira assinada registraram alta (seis mil postos).

A renda também registrou alta acima da inflação. Entre junho e julho de 2016, houve aumento do rendimento médio real dos ocupados (1,3%) e dos assalariados (2,6%), passando para R$ 2.869 e R$ 3.053, respectivamente. No caso dos trabalhadores autônomos, o rendimento médio real teve queda (-4,9%), passando a R$ 1.627.

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