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O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede o índice oficial da inflação, fechou com alta de 0,25% em agosto no Distrito Federal. O crescimento foi a metade do registrado no mês anterior, de 0,53%. A desaceleração se deu, principalmente, pela queda no preço de alimentos, entre eles a cebola e o feijão.

Após meses seguidos de aumento nos valores, as compras no supermercado deram um pequeno alívio ao brasiliense. O feijão, grande vilão de julho, ficou 6,23% mais barato no último mês. Mas a recordista de queda foi a cebola, que fechou agosto com preço 29,28% menor. Destaque também para a batata-inglesa, com valor 10,46% menor.

Mas nem todos os alimentos tiveram queda. O mamão, por exemplo, ficou 33,14% mais caro em apenas um mês. As bebidas alcoólicas também tiveram aumento médio de 7,41%.

No acumulado do ano, o IPCA do DF soma aumento de 3,57%, o menor índice entre as 13 capitais pesquisadas pelo Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE). Nos últimos 12 meses, a taxa de inflação alcançou o patamar de 8,15%, também o menor do país, mas acima da meta estipulada pelo governo.

Brasil
A queda na inflação, porém, não foi suficiente para evitar um recorde negativo. O IPCA nacional em agosto fechou com alta de 0,44%, maior nível para o mês desde 2007, quando estava em 0,47%, segundo informou o IBGE nesta sexta-feira (9/9).

Com a alta, o resultado acumulado em 12 meses acelerou de 8,74% em julho para 8,97% em agosto, maior patamar desde maio, quando era de 9,32%. A inflação registrada no mês de agosto de 2015 tinha sido de 0,22%.

 

 

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