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Brasília teve o melhor crescimento do país em Produto Interno Bruto (PIB) por indivíduo em 2014. Com população de 2,852 milhões de habitantes, a capital brasileira atingiu R$ 69.216,80 no PIB per capita. Mais que o dobro do nacional, de R$ 28.500,24, e distante do segundo maior, São Paulo (R$ 42.197,87). O menor é do Maranhão, de R$ 11.216,37. Em 2013, o índice foi de R$ 62.859,43, também o maior do país.

Os dados foram levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com órgãos estaduais de estatística. A instituição oficial do sistema de contas regionais de Brasília é a Companhia de Planejamento do DF(Codeplan), que apresentou as informações na manhã desta segunda-feira (28/11).

No ranking geral, o Distrito Federal acumulou, em 2014, R$ 197,432 bilhões no PIB, o que o manteve na oitava colocação nacional de crescimento. Ainda assim, a variação brasiliense do índice, de 2%, foi maior que a do País, de 0,5%.

O PIB é uma soma dos valores da produção de bens e de serviços ao consumo intermediário e aos impostos. Para medir os números de 2014, o IBGE e a Codeplan analisam uma série de dados desde 2010 para criar um comparativo entre os resultados anuais. No primeiro ano, o PIB local atingiu R$ 144,174 bilhões; em 2011, R$ 154,569 bilhões; em 2012, R$ 164,101 bilhões; e em 2013, R$ 175,907 bilhões.

Como os valores levam 18 meses para serem levantados pelo IBGE e fornecidos para os órgãos estaduais, os números só podem ser publicados dois anos após a pesquisa. O que explica o lançamento de informações de 2014 em 2016.[

Índices participativos
A participação do Distrito Federal no PIB nacional reduziu de 3,7% em 2010 para 3,4% em 2014. São Paulo (32,2%), Rio de Janeiro (11,6%) e Minas Gerais (8,9%) são as unidades federativas com maior participação. Acre (0,2%), Amapá (0,2%) e Roraima (0,2%) registram os menores índices do ano anterior. Já no Centro-Oeste, a participação de Brasília passou de 40,6% para 36,4% nos mesmos períodos, em virtude dos aumentos de Mato Grosso, de 16,0% para 18,7%, e Mato Grosso do Sul, de 13,3% para 14,5%.

 

 

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