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Os setores de comércio e serviços do Distrito Federal estão otimistas com o desempenho das vendas do Natal este ano. É o que aponta a pesquisa realizada pelo Instituto Fecomércio. Segundo o levantamento, o índice aponta para alta de 11,70% em relação a 2015, quando foi medido uma previsão de queda de 7,28% no faturamento, o pior de toda a série história do estudo.

De acordo com a pesquisa, 53,1% dos comerciantes apostam que em dezembro as vendas serão maiores do que em 2015, enquanto 32,4% esperam vendas iguais e apenas 14,5% acreditam em vendas menores.

O presidente da Fecomércio, Adelmir Santana, explica que o lojista está mais confiante este ano, porque o cliente também está otimista para o consumo, uma vez que 66,9% declararam que pretendem comprar algum presente, de acordo com a pesquisa do Instinto Fecomércio.

“Natal é a principal data comemorativa de vendas para o comércio e mesmo com a crise o brasiliense não deixa de presentear familiares e amigos. Além do mais, a injeção do décimo terceiro na economia é benéfica para os empresários, que sempre conseguem atrair os consumidores com promoções, descontos e parcelamentos”, afirma Adelmir.

Consumidor
O preço médio do presente vai variar de acordo com o segmento, mas a média ficará em R$ 158,50, conforme a pesquisa. A maioria dos consumidores brasilienses está disposta a comprar presentes para comemorar o Natal.

O levantamento do Instituto Fecomércio ouviu 408 pessoas entre 18 e 60 anos. De acordo com o estudo, 66,9% dos entrevistados têm a intenção de comprar produtos para o Natal, 21,3% não tem intenção, e 11,8% ainda não sabe.

Entre os motivos declarados pelos clientes que não pretendem realizar compras no Natal, 63,2% apontaram a “dificuldade financeira” como o principal obstáculo. O gasto médio estimado com presentes e/ou confraternizações pretendidos pelos consumidores, que declararam intenção de compras, foi de R$ 682,68 (R$ 341,30 para presente/ R$ 341,38 para comemorações).

A maioria dos consumidores pretende gastar com: vestuário/acessórios (57,5%), seguida por calçados (42,9%); brinquedos (33,3%); eletroeletrônico (15,8%); joias/semijoia/bijuterias (11%); cosméticos/perfumes (10,6%); chocolates (8,1%).

A maioria dos entrevistados (63,7%) pretende comemorar o Natal. Quanto ao local escolhido para comemoração, a própria residência foi a opção mais votada (46,9%); seguida pela casa de parentes (26,2%); casa dos pais (24,4%); casa de amigos (10,8%); e viagem (2,7%).

A maioria pretende pagar com dinheiro (58,5%); seguido por cartão de crédito (25,4%) e cartão de débito (15%). As promoções e a qualidade do produto são os atrativos de maior poder sobre os consumidores.

 

 

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