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A única integrante foragida da quadrilha que roubava prédios de luxo no DF e em todo o Brasil, Priscila Galhego Luiz, 36 anos, foi presa em um hotel no centro da Argentina. A brasileira era procurada pela Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) e foi detida pela Polícia Federal daquele país. A última vez que Priscila tinha sido vista foi em Brasília, em 15 de janeiro, quando câmeras de segurança flagraram ela e mais duas pessoas logo após terem roubado uma loja.

Priscila é suspeita de ser uma das chefes da quadrilha, que atuava há pelo menos 15 anos e cujos integrantes já tinham sido presos pelo menos cinco vezes. Eles se passavam por moradores ou visitantes dos edifícios, ganhavam a confiança dos porteiros e, então, arrombavam as residências.

No começo deste mês, sete suspeitos foram presos em São Paulo e trazidos a Brasília. Com eles, foram apreendidos itens furtados avaliados em R$ 5 milhões. Entre os objetos, estavam joias, relógios e bolsas de grife, além de R$ 300 mil em dinheiro. Outros três acusados continuam foragidos.

Além de Brasília, o bando chegou a agir no Rio de Janeiro em Minas Gerais, e até mesmo na Argentina e no Chile.

Priscila deve responder pelos crimes de furto e formação de associação criminosa.

 

 

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