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Durante as celebrações do mês da mulher, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) registrou o aumento da participação feminina em seus quadros. Em 2012, havia 122 mulheres em um total de 333 magistrados. Em 2014, eram 133 magistradas, em um total de 345. Neste ano, as mulheres ocupam 148 dos 376 postos da magistratura, o que representa quase 40% de presença feminina no tribunal.

A primeira mulher desembargadora do TJDFT foi a magistrada Maria Thereza de Andrade Braga Haynes. Ela tomou posse no cargo de juíza de direito substituta em 1974; em 77, tornou-se juíza de direito e, em 1980, desembargadora. Maria Thereza também foi a primeira mulher a ocupar os cargos de corregedora (1984/1986) e de presidente da Casa (88/90). Até hoje, nenhuma outra mulher ocupou a Presidência do TJDFT, no entanto, dos 47 desembargadores atuais, 12 são mulheres.

Destaques
Em 1999, a desembargadora Fátima Nancy Andrighi foi nomeada para o cargo de ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Entre 2014-2016, exerceu o mandato de Corregedora Nacional de Justiça. Em 2013, a desembargadora do TJDFT Ana Maria Duarte Amarante Brito foi escolhida para compor o colegiado do Conselho Nacional de Justiça como conselheira, para o biênio 2013/2015.

Hoje, a juíza Gláucia Falsarella Foley coordena o Programa Justiça Comunitária; a Justiça Restaurativa, está a cargo da juíza Catarina de Macedo Nogueira Lima e Correa, ao lado do juiz Pedro Yung-Tay Neto. A Central Judicial do Idoso é coordenada pelas juízas Gisele Nepomuceno Charnaux Sertã e Monize da Silva Freitas Marques. A magistrada Soníria Rocha Campos D’Assunção idealizou e coordena o “Programa Conciliar é uma atitude”, um dos vencedores do Prêmio Nacional de Educação Fiscal, promovido pela Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite), em parceria com a Escola de Administração Fazendária (Esaf).

 

 

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