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Carmem Manfredini já fez teatro amador e algumas participações em curtas-metragens. O caminho artístico, no entanto, sempre foi o mesmo do irmão e ícone do rock nacional, Renato Russo. Soltar a voz é a forma com que ela se encontrou artisticamente. O foco de trabalho.

Um convite da amiga, diretora e roteirista Adriana Vasconcelos pôs tudo em outra rota: a de participar de um longa-metragem com um papel de peso.

Foi um presente que Adriana me deu: unir as duas artes num só trabalho"
Carmem Manfredini
Assessoria de Imprensa Agridoce Filmes/Divulgação

Carmem e Ana no set de “3×4”

 

No filme “3×4” (título provisório), Carmem é Gislene, uma cantora da noite, que trabalha numa boate, acompanhada há muito tempo por uma banda, cuja relação é familiar. É uma mulher que mora na periferia do DF e melhor amiga da protagonista Sônia, vivida pela atriz Ana Cecília Costa.

Carmem é uma irmã. Somos muito, muito amigas, há anos. Tenho um carinho imenso por ela, Dona Carminha, Giuliano — que vi crescer. E por conhecê-la há tanto tempo sabia que um dos sonhos dela é ser atriz"
Adriana Vasconcelos

Gislene em cena

 

Adriana criou a personagem Gislene para Carmem, que entrou no filme desde a ideia original. Participou da preparação de atores para o filme com o Christian Duurvoort (preparador de “Ensaio Sobre a Cegueira” e “Cidade dos Homens”). Antes, fez por conta própria aulas com a atriz e diretora Áurea Liz.

Adriana me deixou livre para improvisar o roteiro. Isso me deu mais segurança. Gislene ficou orgânica"
Carmem Manfredini
Sabia que Carmem daria conta do trabalho, embora ela mesma tivesse suas dúvidas. O resultado ficou muito bom"
Adriana Vasconcelos

A diretora Adriana e a atriz Sura Berditchevsky: maternidades investigadas

 

“3X4” faz uma analogia com as três mães do filme em uma família de 4 mulheres, ao investigar como cada uma encara a maternidade. Adriana Vasconcelos é uma diretora e roteirista que analisa o feminino em seus trabalhos.

O cinema é um meio muito masculino, em especial atrás das câmeras, e eu sempre quis que mais mulheres ocupassem esse espaço. Acho fundamental que exista o “olhar” feminino nos projetos audiovisuais"
Adriana Vasconcelos

Adriana Vasconcelos é uma das primeiras diretoras a romper com o domínio masculino no cinema do DF. Vem de uma geração de criadoras, como Catarina Accioly e Cibele Forjaz, que discute a condição da mulher na tela.

As dores que nasceram dessa história têm a ver com o feminino, com a sensação de que a mulher vivencia ao lidar com dramas e conflitos tão fortes e ao mesmo tempo tão necessários de serem atravessados, enfrentados. O feminino está no olhar, no gestual, no protagonismo das mulheres nessa história"
Adriana Vasconcelos
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