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Os irmãos Iberê e Maíra Carvalho estão a um passo de conquistar um feito fora dos planos: ter um filme disponível na plataforma mundial da Netflix, disponível para 190 países e 83 milhões de assinantes. A campanha popular para levar “O Último Cine Drive-in” está a todo vapor nas redes sociais. As pessoas votam e recomendam como se estivessem torcendo por um filme de futebol.

Sou atriz, sou brasiliense e quero ver Brasília no Netflix. É um filme lindo que fala de um lugar especial, o último cine drive-in do Brasil"
Camila Márdila, da série “Justiça”
Nós temos um candidato ao Prêmio Netflix, o “Último Cine Drive-in”, vote você também"
Welder Rodrigues, de Os Melhores do Mundo
Othon Bastos protagoniza e é produtor associado do filme

 A inscrição segue até 3 de outubro e “O Último Cine Drive-in” segue com ligeira vantagem (vote aqui).

Acredito que se Brasília abraçar essa votação, ganharemos tranquilamente"
Iberê

Juntos no set desde 2001, os irmãos Carvalho seguem criando uma filmografia que põe o cinema brasiliense em linha nacional de qualidade. Já foram premiados no Festival de Brasília (“Suicídio Cidadão”), em Havana (com “Para Pedir Perdão”), em Punta del Este e em Gramado (“O Último Cine Drive-in”). Iberê como diretor, Maíra como diretora de arte.

Narrativa à frente do monitor

No set, estamos cada vez mais afiados e profissionais, trocando de igual para igual, sem essa influência da irmandade. Durante as filmagens, sentamos diante do monitor para discutir os detalhes dos objetos, do cenário e da narrativa"
Iberê

Estamos cada vez mais em diálogo criativo e provocativo. Vencemos a fase da intimidade de irmãos e, hoje, entramos numa fase de troca que antecede a produção. Fora do set, ainda contamos com nossa irmã Jana na feitura de toda arte gráfica.

A parceria está confirmada no próximo longa da dupla, sobre a intolerância e o ódio em tempos contemporâneos. Chama-se “O Homem Cordial” e terá Paulo Miklos como protagonista, com filmagens em Brasília e em São Paulo.

Paulo Miklos protagoniza novo longa

Paulo Miklos protagoniza novo longa

Foi Iberê quem se iniciou no cinema quando, em 1995, resolveu fazer uma oficina de cinema com Nelson Pereira dos Santos na UnB. Ao lado de Maíra, ele estava numa companhia de teatro amador e candidatou-se para o papel do protagonista. Foi selecionado e, ao conviver o dia a dia do set, resolveu trocar o curso de antropologia por comunicação na UnB.

Lembro-me de levar o meu primeiro filme, “Cela de Aula”, para Maíra discutir comigo. Ela opinou até do primeiro corte"
Iberê
O nosso despertar pro cinema foi em casa. Meus pais nos envolvia com muita arte. A gente acordava ouvindo “Trenzinho caipira”, de Villa-Lobos, íamos ao teatro e ao cine Drive-in. Como não gostava muito de brincar com minhas bonecas, criávamos cenários e fazíamos filminhos. Iberê ganhou uma câmera VHS muito jovem e esse caminho do cinema parecia muito claro"
Maíra
Irmãos Carvalho no intervalo do set
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