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No ano em que Stephen King vira um setentão, cinco adaptações de seus livros estreiam no cinema e na televisão. “A Torre Negra”, baseado na série de oito livros, chega quinta-feira (24/8), enquanto a nova versão do romance “It: A Coisa” será exibida em 7 de setembro.

Mestre em criar narrativas de terror, fantasia e ficção científica a partir de histórias sobre perda de inocência, crueldade humana e choque ante o desconhecido, King segue como um dos best-sellers mais fascinantes e respeitados da literatura mundial desde “Carrie” (1974), seu primeiro livro.

Veja as novas adaptações de Stephen King:

 

O que impressiona na carreira do escritor é como sua obra transcende com naturalidade as páginas (e as folhas digitais dos e-books) e encontra fortes correspondentes nas telonas e telinhas. A quantidade nem sempre se traduz em qualidade, mas ajuda a entender esse magnetismo insaciável em torno das histórias (e, claro, das imagens) forjadas por King.

“Carrie” gerou filmaço em 1976 pelas mãos de Brian De Palma, mas versões nada queridas em 2002 e 2013. “O Iluminado” (1980), interpretação cultuadíssima assinada por Stanley Kubrick, recebeu tratamento em formato de minissérie em 1997. Mick Garris, mente criativa do programa, também filmou roteiro original de King em “Sonâmbulos” (1992).

Veja as 10 adaptações mais populares de Stephen King (em ordem cronológica):

“Salem” (traduzido no Brasil pela primeira vez como “A Hora do Vampiro”) rendeu minissérie de Tobe Hooper em 1979 intitulada “A Mansão Marsten”, sequência “livre” em 1987 (“A Return to Salem’s Lot”, de Larry Cohen), já que o livro jamais teve continuação escrita, e outro produto na TV em 2004.

Hollywood já apelou até para produção que se escora em título de conto, mas não se dá o trabalho de adaptá-lo de verdade. Foi o caso de “O Passageiro do Futuro” (“The Lawnmower Man”), lançado em 1992. King recorreu à justiça para que seu nome fosse retirado do material de divulgação.

Ninguém duvida que é mais fácil encontrar adaptações ruins – e até continuações caça-níqueis que se aproveitam do título original para seguir adiante – do que obras-primas. Mas os grandes filmes permanecem instigantes – seja o espectador fã ou iniciante no universo literário do mestre.

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