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Ex-secretário na gestão de Agnelo Queiroz (PT), o engenheiro Hermano Gonçalves de Souza Carvalho foi exonerado, nesta quinta-feira (10/8), do cargo que ocupava no gabinete da liderança do governo na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). Hermano foi citado em delações premiadas de executivos e ex-executivos da Odebrecht como intermediário de Agnelo para tratar de apoio financeiro à campanha de reeleição do petista.

A exoneração foi motivada pela troca do posto de líder do governo na Câmara Legislativa, que antes era ocupado por Rodrigo Delmasso (Podemos) e agora está a cargo do distrital Agaciel Maia (PR). A dança das cadeiras ocorreu depois que Delmasso articulou a derrubada da regulamentação da lei anti-homofobia, contrariando o governador Rodrigo Rollemberg. Além de Hermano, outras seis pessoas que estavam lotadas no gabinete da liderança também acabaram exoneradas.

“É uma troca natural. Já sou o quarto líder. Da mesma forma que o Delamasso promoveu essa mudança, ou o Raimundo Ribeiro, eu também troquei. Nem cheguei a olhar os nomes, só coloquei o pessoal que já fazia parte do meu gabinete”, esclareceu Agaciel Maia.

Delmasso afirmou anteriormente ao Metrópoles que ele e Hermano se conheceram ainda em 2004 no Congresso Nacional, onde ambos faziam trabalho técnico. Após assumir a liderança do governo na CLDF, o distrital fez o convite para que Hermano Carvalho compusesse a equipe de trabalho.

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