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Denunciado pelo Ministério Público Federal por corrupção ativa, violação de sigilo funcional qualificada e obstrução à investigação de organização criminosa, o advogado Willer Tomaz desistiu de tocar as rádios arrendadas das organizações Paulo Octávio. Com o rompimento, pelo menos 28 funcionários foram dispensados.

No último dia 4 de setembro, Willer, que foi preso no âmbito da Operação Patmos, devolveu as quatro rádios pertencentes ao empresário Paulo Octávio. Sua empresa, a Canal de Ideias, encerrou o contrato de arrendamento com a JK e a Mix, ambas FM; e também com retransmissora da Rádio Globo e da própria JK, só que na frequência AM.

Segundo Paulo Octávio, as rádios ficaram arrendadas pelo período de 16 meses e, recentemente, não houve o interesse na manutenção do contrato por parte de Willer Tomaz.

O advogado tem mantido o foco em sua defesa. Nos depoimentos que serviram de base para a prisão de Willer, o dono da J&F, Joesley Batista, expôs que o defensor teria pedido mesada de R$ 50 mil para comprar informações privilegiadas de um procurador integrante da Lava Jato.

Em menos de uma década de atuação no meio advocatício, Willer acumulou uma notável carteira de clientes, a maioria deles políticos. Lançou-se também no mundo dos negócios e, recentemente, como empresário de mídia.

Além da investida em Brasília, Willer vinha se dedicando a um projeto para expandir sua atuação no ramo das comunicações na Região Nordeste. Participava das negociações do Sistema Difusora no Maranhão, que reúne TV e rádio na capital São Luís, além de emissoras pelo interior.

Paulo Octaviowiller tomazrádio JK FMrádio Mix FM
 


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