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Se tem uma peça universal, praticamente onipresente nos guarda-roupas de geral, essa peça é o jeans. Quem não usa, né? Prático, versátil, duradouro… O coringa por excelência: vai do piquenique para a balada, do escritório para o coquetel.

E, se ele está assim tão presente na nossa rotina de vestuário, melhor garantir o melhor proveito que a gente pode tirar dele. Então vem comigo nesse minimanual de como escolher o melhor jeans para você:

1. O tecido conta muito: os pesados comprimem mais o corpo, cumprindo com eficiência o papel de modelador. Se a intenção é “disfarçar” gordurinhas, evite os muito fininhos e macios.

2. A lavagem também é importante: pouca gente presta atenção nisso na hora de comprar, mas o desenho que a lavagem industrial forma na calça determina – e muito – o efeito que ela vai causar. Quando as manchas ficam em formato de “bigode de gato”, a sensação visual é que o quadril aumenta — as partes mais claras e redondas no bumbum, idem.

Reprodução/Pinterest

4. Jeans escuro tende a “diminuir” nossas proporções: além de passarem um ar elegante e clássico, enquanto os claros tendem a “aumentar” e transmitir informalidade.

4. Preste atenção nos detalhes: zíperes, tachinhas, recortes, bordados, cós largo, botão grande… Tudo isso atrai o olhar. Importante saber que aplicações em sentido horizontal dão impressão de mais volume e menor estatura. Enquanto as verticais têm efeito alongador (oi, baixinhas!).

Reprodução/Pinterest

5. Para todo tipo de corpo existe uma modelagem que funciona melhor: o cós no lugar (um pouquinho abaixo do umbigo) é ótimo para pancinhas salientes, para mulheres pequeninas e para quadris avantajados. O mesmo vale para a perna reta ou flare.

O skinny também é legal para as baixinhas, além das esbeltas e das que têm pouco bumbum. Para essas últimas, aliás, detalhes nos bolsos de trás e cintura mais baixa ajudam demais.

Quem tem ombros largos e pouca cintura, pode buscar o equilíbrio com calças que chamem a atenção para a parte de baixo, como a pantalona, a flare e a bootcut.

5. Nada como uma roupa no tamanho certo: a gente tem a mania horrorosa de não aceitar o manequim que veste. Eu sei, eu sei, são décadas de ditadura da magreza, não vai ser de uma hora pra outra que a gente vai passar a acreditar na beleza da variedade. Mas vamos fazer um esforço? Pensa comigo: não é muito mais feio a pessoa toda espremida dentro de uma roupa que não cabe (no melhor estilo salame) do que uma gordinha feliz, bem-vestida e confortável dentro do look?

Então, colegues, depois de tudo isso, a gente só precisa entender que não existe modelo certo e errado. Existe o que atende às suas intenções, sejam elas alongar a silhueta, disfarçar volume… ou qualquer outra. Combinado?

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