">
*
 
 

A coluna de hoje tá meio hippie, vamos falar de amor. Um coisa que eu tento trabalhar, como consultora de estilo, é o “de dentro pra fora”. Pode parecer clichê, mas, calma, não vou ser simplista aqui e dizer pra vocês que “o que importa é a beleza interior”. Quer dizer, vou sim, mas de um jeitinho diferente, ó.

Eu costumo repetir que o dinheiro mais bem gasto é com viagens. Mas dá pra expandir essa ideia e trocar a palavra “viagens” por “vivências”: passar o dia namorando, ir ver uma exposição, assistir a um bom filme, escapar no fim de semana para tomar um banho de cachoeira…

O que a gente é, e não o que a gente tem, é o que nos define. E nosso jeito de vestir é (ou deveria ser) uma tradução dessa essência. Tive uma professora que dizia: senão, além de ser alguém que só tem, a gente passa a ser também alguém que só parece, que não é por inteiro"

Quando a gente se esforça para virar um ser humano mais completo, mais legal mesmo, devolve esse esforço para o mundo em forma de reflexão. E reflexão normalmente vem acompanhada de outros sentimentos: tolerância, respeito, compaixão e – por que não? – amor. Se desenvolvemos esses sentimentos em nós mesmas, fica fácil projetar nos outros. Quem olha o mundo com mais tolerância, tende a ver mais beleza.

É uma cadeia legal, né? Tentar melhorar meu eu, desenvolver meu amor próprio e devolver isso sem olhar a quem. Mulheres assim costumam ser mais seguras e felizes com a aparência. E também tendem a não julgar tanto a imagem alheia, dando mais liberdade para cada um ser o que bem entende. Foi mal aê, avisei que hoje eu tava meio hippie.

via GIPHY

de caso com o espelho
 


COMENTE

Ler mais do blog