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A Operação Cui Bono? pode acelerar a delação do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB). Realizada a partir de informações encontradas em antigo celular do político, a ação da Polícia Federal reuniu elementos sobre votações de projetos na Câmara e conversas sobre crédito em bancos públicos.

Segundo a “Folha”, esse cenário pode significar que o peemedebista tenha interesse em firmar logo um acordo de colaboração com a Justiça. As informações de uma possível delação podem ampliar o escopo de atuação da Operação Lava Jato, focada em empreiteiras.

As conversas obtidas pela PF em celular desativado de Cunha mostram o envolvimento de outros setores em negociatas, como o imobiliário, as concessionária de rodovias e empresas frigoríficas, sobretudo a Friboi.

Em entrevista à “Folha”, um aliado do peemedebista contou que “se ele fizer o que disse que ia fazer, vai sobrar pouco da República”, em referência às ameaças feitas por Cunha antes de perder o mandato e ser preso, em outubro e 2016.

 

 

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