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Em depoimento à Justiça Federal em São Paulo, nesta sexta-feira (15/9), o empresário Joesley Batista criticou a decisão do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de rescindir o acordo de delação premiada que concedia benefícios ao executivo.

“Acho que o procurador foi muito questionado pelo motivo da nossa imunidade. Acho que foi um ato de covardia dele. Nós fizemos a maior e mais importante colaboração da história”, disse Joesley.

O empresário foi convocado para a oitiva a fim de esclarecer o lucro da holding J&F no mercado da bolsa de valores. No entanto, aproveitou para desabafar e dizer que “mexeu com gente poderosa” e por isso estaria preso. “Eu fui mexer com os poderosos, com os donos do poder, e estou aqui agora, pagando por isso”, afirmou.

O juiz João Batista Gonçalves determinou que a prisão preventiva seja mantida. Segundo o magistrado, Joesley tem um poder aquisitivo que o possibilitaria de fugir sem qualquer dificuldade, mesmo com o passaporte retido. Gonçalves também atribuiu a custódia de Joesley à Polícia Federal, o empresário ficará preso na capital paulista e poderá receber visita dos familiares.

 

 

 

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