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O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta quarta-feira (8/3) que fazer uma reforma da Previdência “muito diluída para não apresentar resistência não resolve o problema”.  Ele participa de reunião com a bancada do PSD na Câmara dos Deputados.

A primeira parte do encontro foi aberto à imprensa. Depois, o ministro e o secretário da Previdência Social, Marcelo Caetano, ficaram em reunião fechada com os deputados para responder dúvidas. Meirelles argumentou que as despesas com benefícios previdenciários estão crescendo de forma insustentável.

De acordo com os números apresentados pelo ministro da Fazenda, em 1991 os gastos do governo com benefícios previdenciários correspondiam a 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas no país. Atualmente, esse percentual é de 8,1% e, se não houver reforma, chegará a 17,2% em 2060.

Reforma
A reforma da Previdência tem sido uma das grandes bandeiras do governo Temer. Por isso, o presidente da República enviou à Câmara, no fim do ano passado, a PEC 287. A proposta prevê idade mínima de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem.

O tempo mínimo de contribuição deve subir de 15 anos para 25 anos. Pelo novo modelo, para se aposentar com acesso ao benefício integral, será necessário contribuir ao longo de 49 anos.

Mas essas não são as únicas mudanças que estão em análise pela Comissão Especial da reforma da Previdência da Câmara dos Deputados. O Metrópoles explica no vídeo abaixo tudo o que você precisa saber para não ser pego de surpresa. E até desenhamos, para ficar mais fácil.

 

 

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