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A Advocacia-Geral da União (AGU) entrou na Justiça contra a empreiteira Camargo Corrêa, investigada na Operação Lava Jato. A AGU quer que a empresa devolva R$ R$ 5,14 bilhões que foram desviados das obras de três refinarias da Petrobras. A ação de improbidade administrativa estava sob sigilo até esta sexta-feira. Há ainda outras quatro ações, nas quais a AGU pede R$ 23 bilhões.

Segundo as informações do jornal O Globo, as refinarias de Abreu e Lima, em Pernambuco, Getúlio Vargar, no Paraná, e Henrique Lage, São Paulo, foram de onde os recursos teriam sido desviados. São quatro contratos que estão sob suspeita.

Na ação da AGU, outras cinco empresas também atuaram nas obras: Sanko Sider; Sanko Serviços de Pesquisa e Mapeamento; Promon Engenharia; MPE Montagens e Projetos Especiais; e Worley Parsons Engenharia. Quatro executivos da AGU foram acionados na ação: João Ricardo Auler, Eduardo Hermelino Leite e Dalton dos Santos Avancini, da Camargo Corrêa; e Márcio Andrade Bonilho, da Sanko Side.

No despacho da juíza, a AGU “narrou que as empreiteiras cartelizadas atuaram de forma a impedir a livre concorrência, fraudando certames licitatórios para a contratação de obras da Petrobras, definindo previamente qual empresa seria a vencedora, de forma que as demais apresentavam propostas superiores ou sequer as apresentavam”.

 

 

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Camargo Corrêa
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