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A Justiça Federal retoma nesta segunda-feira (17/7) os depoimentos no âmbito da Operação Sépsis, que investiga supostas fraudes em Fundos de Investimentos do FGTS (FI-FGTS), administrado pela Caixa Econômica Federal. Por videoconferência no Rio de Janeiro, o empresário Eike Batista — que cumpre prisão domiciliar — chegou por volta das 14h30 à Justiça Federal fluminense, acompanhado do advogado Fernando Martins.

Eike será ouvido como testemunha do corretor Lúcio Bolonha Funaro — apontado como operador financeiro do PMDB, ele está detido em Brasília.

Nesta ação penal, o ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB) — que está preso em Curitiba (PR) —, Funaro e o ex-ministro Henrique Eduardo Alves são réus junto com o empresário Alexandre Margotto e o ex-vice-presidente da Caixa Fábio Cleto.

Todos teriam recebido propina para viabilizar projetos de infraestrutura, como a revitalização do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. Para o próximo dia 26, está marcado o depoimento do empresário Joesley Batista, dono da JBS, também a pedido da defesa de Funaro.

Já falaram nesta ação o ex-prefeito do Rio de janeiro Eduardo Paes, o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente da Odebrechet Marcelo Odebrecht e o atual presidente da Caixa, Gilberto Occhi. Todos como testemunhas de Cunha ou Funaro.

A defesa do deputado cassado também encaminhou um questionário ao presidente Michel Temer (PMDB), que foi arrolado como testemunha de Cunha.

 

 

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