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Mais um desdobramento da tragédia que ocorreu há cerca de um ano em Mariana (MG). A Justiça Federal de Ponte Nova aceitou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) e decidiu tornar rés 22 pessoas e as empresas Samarco, Vale, BHP Billiton e VogBR pelo rompimento da barragem de Fundão.

Os envolvidos terão 30 dias para apresentar suas defesas. Além disso, o processo terá prioridade na tramitação e será retirado o sigilo. Em junho, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) aceitou três denúncias do Ministério Público do estado contra a Samarco, o diretor-presidente licenciado Ricardo Vescovi, outros sete funcionários da mineradora, a empresa de engenharia VogBR e dois de seus empregados.

A tragédia ocorreu no dia 5 de novembro de 2015. Uma das barragens da Samarco se rompeu, destruindo todo o distrito de Bento Rodrigues e matando 19 pessoas. Além disso, o Rio Doce e as cidades mineiras Águas Claras, Ponte do Gama, Paracatu e Pedras foram afetados pelo maior desastre ambiental do país.

Confira alguns dos acusados que terão responder pelo criminalmente:

Samarco:
– Ricardo Vescovi, diretor-presidente licenciado
– Kléber Terra, diretor-geral de Operações
– Germano Lopes, gerente-geral de projetos
– Wagner Alves, gerente de Operações
– Wanderson Silvério, coordenador-técnico de Planejamento e Monitoramento
– Daviely Rodrigues, gerente

  • Vale:
  • – Rodrigo de Melo, gerente das usinas do Complexo da Alegria

  • VogBR:
  • – Samuel Paes Loures, engenheiro

 

 

 

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