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A produção industrial subiu 0,8% em julho ante junho, na série com ajuste sazonal, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este é o quarto mês consecutivo de crescimento e o melhor julho desde 2014, quando a taxa foi de 1,3%. Em relação ao sétimo mês de 2016, a produção subiu 2,5%.

Nessa comparação, sem ajuste, as estimativas variavam de um aumento de 0,7% a 2,83%, com mediana positiva de 1,8%. No ano, a indústria teve alta de 0,8%.

No acumulado em 12 meses, a produção da indústria acumulou recuo de 1,1%.

A produção industrial cresceu em 14 dos 24 ramos pesquisados na passagem de junho para julho. “Em julho, há perfil disseminado de taxas de crescimento”, confirmou André Macedo, gerente na Coordenação de Indústria do IBGE.

A principal influência positiva foi registrada por produtos alimentícios, com avanço de 2,2%, a terceira expansão seguida, acumulando ganho de 8,7% nesse período. Segundo Macedo, a fabricação de açúcar puxou o resultado da indústria alimentícia no mês, mas o setor de carnes também ajudou no bom desempenho.

Outras contribuições positivas importantes sobre o total da indústria foram de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,9%), de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (5,9%), de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (4,8%) e de móveis (6,0%).

Na direção oposta, entre os dez ramos que reduziram a produção em julho ante junho, os desempenhos de maior relevância foram das indústrias extrativas (-1,5%), perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (-1,8%) e metalurgia (-2,1%).

 

 

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