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Daqui a 15 dias começa o horário brasileiro de verão, e os relógios deverão ser adiantados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Neste ano, o horário diferenciado vai vigorar do dia 16 de outubro a 19 de fevereiro.

O objetivo da medida, adotada no Brasil desde 1931, é proporcionar uma economia de energia para o país, com menor consumo no horário de pico (entre as 18h e as 21h), pelo aproveitamento maior da luminosidade natural. Com isso, o uso de energia gerada por termelétricas pode ser evitado, reduzindo o custo da geração de eletricidade.

No ano passado, a adoção do horário de verão possibilitou uma economia de R$ 162 milhões, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A economia foi possível porque não foi preciso adicionar mais energia de usinas termelétricas para garantir o abastecimento do país nos horários de pico.

Essa redução representa cerca de 4,5% da demanda de ponta das três regiões e é equivalente a uma vez e meia a carga no horário de ponta de Brasília ou o dobro da carga no horário de ponta de Florianópolis.

Economia no DF
A última edição do horário de verão proporcionou no DF, de acordo com a Companhia Energética de Brasília (CEB), uma contenção foi de 3% — ou 35 megawatts —, o que equivale a uma diminuição no carregamento do sistema correspondente à região administrativa do Gama no horário de ponta.

É como se, em todos os dias do horário de verão, das 18h às 21h, não houvesse consumo de energia em uma localidade desse porte, que tem população estimada em 141.911 habitantes, de acordo com dados de 2015 da Companhia de Planejamento do DF.

Também foi registrada economia de até 0,2% em relação ao fornecimento de energia para o DF durante todo o horário de verão, o que equivale, aproximadamente, à redução de 60% dos gastos de energia elétrica no Gama nesse período.

 

 

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