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Com o início do horário de verão, que teve início neste domingo (16/10), quando os relógios foram adiantados em uma hora, o governo estima economizar aproximadamente R$ 147,5 milhões. De acordo com informações do Ministério de Minas e Energia (MME), essa economia é resultado do custo evitado na operação de usinas térmicas, além de questões de segurança elétrica e sobretudo atendimento ao horário de ponta – quando a energia é mais demandada entre 18h e 21h.

Entre os principais benefícios da redução de demanda no horário de ponta, segundo o Ministério de Minas e Energia, está o aumento da segurança operacional, decorrente da diminuição dos carregamentos na rede de transmissão. Além disso, há maior flexibilidade para manutenções e redução de cortes de carga em situações de emergência no sistema elétrico.

O Distrito Federal e mais 10 estados nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste Foram foram atingidos pela medida. O horário de verão vale até o dia 19 de fevereiro de 2017, quando os ponteiros voltam a ser atrasados em uma hora.

Nos últimos 10 anos, o horário de verão reduziu, em média, 4,5% a demanda por energia no horário de maior consumo e uma economia absoluta de 0,5%. Essa economia equivale, em todo o período do Horário de Verão, ao consumo mensal de energia da cidade de Brasília, com 2,8 milhões de habitantes.

O horário de verão foi adotado no Brasil desde 1931, com alguns intervalos. Desde 2008, ele vigora a partir do Decreto nº 6.558. Em dezenas de países do mundo, o horário de verão é usado como forma de economizar energia, sobretudo em países de geração termelétrica.

(Com informações do Ministério de Minas e Energia)

 

 

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