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A Secretaria da Educação de São Paulo suspendeu, por tempo indeterminado, o consumo de carne na merenda oferecida aos alunos nas cinco mil escolas da rede pública de ensino. A medida começa a valer nesta segunda-feira (20/3). A pasta afirma que tomou a decisão por segurança, depois de a Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, revelar na sexta-feira (17/3) fraude na liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos no Brasil.

De acordo com informações do G1, por meio de uma circular emitida pelo Diretor do Departamento de Alimentação e Assistência ao Aluno, Roberto Liberato, a direção dos centros de ensino foi orientada a suspender produtos, entre congelados e estocáveis, do menu da merenda: carnes bovinas, salsicha e peito de frango. A origem dos alimentos adquiridos pelo governo não foi informada.

Para substituir os itens retirados do cardápio, serão servidos peixes, como sardinha e atum enlatados, ovos, carne suína, legumes, verdura, feijão e molhos. A secretaria ressaltou que a alimentação dos alunos não ficará prejudicada.

“Tendo em vista procedimentos de controle de qualidade do produto entregue, solicitamos a suspensão do produto pelos próximo 20 dias”, diz trecho da circular encaminhada às escolas. A pasta não informou o modo como a fiscalização ocorrerá. O prazo para suspensão dos embutidos e carnes no cardápio pode ser ampliado.

Os alimentos suspensos são: salsicha de peru congelada; carne bovina moída congelada; carne bovina em iscas congelada; carne bovina em cubos congelada; salsicha hot dog congelada; carne bovina em cubos (embalada sem necessidade de refrigeração ‘pouch’); carne bovina enlatada (embalada sem necessidade de refrigeração ‘pouch’) e peito de frango em cubos (embalada sem necessidade de refrigeração ‘pouch’).

 

 

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