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Ex-BBB Marcos chega à delegacia para depor sobre agressão a Emilly

Marcos chegou à Delegacia de Atendimento à Mulher, em Jacarepaguá, no Rio, pontualmente às 11h em uma van com três seguranças

Da Redação12/04/2017 11:31, atualizado 12/04/2017 12:03
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Reprodução/TV Globo
Ex-BBB Marcos chega à delegacia para depor sobre agressão a Emilly

O ex-BBB Marcos Harter foi à Delegacia de Atendimento à Mulher, em Jacarepaguá, no Rio, na manhã desta quarta-feira (12/4) prestar depoimento sobre o caso de suspeita de agressão a Emilly Araújo, com quem viveu um relacionamento durante o BBB 17.

A responsável pelo caso é a delegada-titular Viviane Costa Ferreira. Segundo reportagem do Ego, Marcos chegou pontualmente às 11h em uma van, acompanhado por três seguranças. Sua irmã, Caroline, chegou minutos antes e entrou acompanhada de uma mulher, identificada como assessora da TV Globo. Marcos não falou com a imprensa e entrou direto na delegacia.

O caso
O cirurgião Marcos Harter, expulso do Big Brother Brasil 17 nesta segunda-feira (10/4), foi intimado a depor na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (12). A informação foi repassada pela delegada Marcia Noeli Barreto, diretora da Divisão de Polícia de Atendimento à Mulher do Rio. Segundo ela, Emilly só será ouvida na próxima segunda-feira (17).

De acordo com Marcia, as imagens que mostram as brigas do casal já foram requisitadas e serão analisadas. “É nítido que ela estava acuada, culpada. É importante investigar esse caso, mas também é importante que a sociedade entenda a questão da violência doméstica. A tortura psicológica que ele pratica é, sim, violência doméstica e se enquadra na Lei Maria da Penha”, afirmou em entrevista ao Extra.

A diretora da Deam explicou que, se condenado, o cirurgião plástico poderá pegar de um a três anos de prisão. “Não tem essa de condenação alternativa, como era no passado.” Sobre a reação de Emilly ao receber a notícia, Marcia também se pronunciou. Para ela, é normal a vítima não reconhecer a situação. “É próprio da mulher vitima de violência. Por isso que denunciar é importante para interromper esse ciclo. Ela não tem culpa de nada”, disse.

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