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Sidnei Ramis de Araújo, autor da chacina que matou 12 pessoas durante réveillon em Campinas, no interior de São Paulo, foi acusado pela ex-mulher Isamara Filier de abuso sexual contra o filho deles, João Victor Filier de Araújo, de oito anos.

O processo, que correu ao longo de 2012, regulamentou as visitas de Sidnei a João. Na decisão, o pai tinha autorização para visitar o filho em domingos alternados, na casa de Isamara, entre 9h e 12h. A medida foi tomada porque a Justiça considerou que as acusações “não eram comprovadas”, mas estipulou regras de convívio restritas.

Na escola de João, havia a orientação de que somente a mãe, detentora da guarda, poderia buscá-lo.

Relacionamento pai e filho
Segundo Tatiana Ferreira, que foi professora de João Victor, contou ao Uol, a escola sempre soube da briga judicial entre Isamara e Sidnei.

Tatiana também revelou que, em uma conversa por ocasião do Dia dos Pais, João Victor contou que não comemorava a data. “Ele disse que ele não gostava do pai e que, quando crescesse, queria matá-lo”, afirmou.

 

 

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