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O Ministério do Planejamento informou, nesta segunda-feira (17/7), que os saques de contas inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) chegaram a R$ 41,8 bilhões até o dia 12 de julho. De acordo com a pasta, o resultado é superior às projeções iniciais do governo de que apenas 70% dos saques fossem efetivados.

“Mas já estamos chegando aos 100% de saques, cerca de R$ 43,6 bilhões”, avaliou o secretário de Planejamento e Assuntos Econômicos do ministério, Marcos Ferrrari, por meio de nota.

O estudo apresentado pelo órgão mostra que a maioria dos recursos das contas inativas do FGTS foi utilizada para quitar dívidas (36%). O ministério alega ainda que a queda de 4,5% no uso do cheque especial em abril e a redução no uso do cartão de crédito de 15,7% para 5,7% no mesmo mês foram “impactos paralelos” da medida.

De acordo com o estudo, no período de liberação dos saques do FGTS, também houve aumento das vendas de varejo, em especial de supermercados, celulares e automóveis. “Houve redução da inadimplência, do endividamento e do comprometimento de renda, além de aumento da confiança do consumidor e do comércio. Nota-se também aumento da captação líquida das cadernetas de poupança”, relaciona o documento

 

 

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